CIÊNCIA, CONHECIMENTO E VIDA COTIDIANA

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CIÊNCIA, CONHECIMENTO E VIDA COTIDIANA

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Qual o sentido de se pensar um instituto para divulgação científica? Em primeiro lugar, é importante entender que o conhecimento científico é uma produção humana e, deste modo, pertence a toda a humanidade. Consequentemente, todos os indivíduos devem ter acesso a tal conhecimento – ainda que não tenham participado dos processos envolvidos na pesquisa e experimentação.

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Ocorre que, se olharmos para a história, desde muito tempo o conhecimento científico passou a ser desenvolvido, principalmente, no âmbito da universidade. Aqui, é importante entender que o linguajar (até certo ponto, necessário) da ciência e o modo de produção do conhecimento não permitem acesso livre a toda a população, já que é necessária uma instrução prévia. E, também, nem todo tipo de conhecimento é do interesse de todas as pessoas. Mas a questão nem é ter interesse.

Por que toda a população precisaria ter acesso ao conhecimento das universidades? Não se trata de necessidade, mas de possibilidade. O conhecimento da ciência, de maneira geral, é uma das mais importantes portas para o entendimento do mundo e, neste sentido, já que todo ser humano deve realizar sua existência individual neste mesmo mundo, é importante que tenha acesso àquilo que já se produziu.

Mesmo se falássemos apenas daquela pessoa simples, cujos começo e fim de vida são puramente práticos e utilitários, ainda assim seria importante que o conhecimento fosse acessível. Mas é importante notar que não são apenas as pessoas sem instrução formal que desconhecem: há pessoas que se julgam detentoras do saber, mas ainda desconhecem a ciência e vivem na ignorância – se tomarmos o ideal da Idade Moderna, podemos dizer que vivem nas trevas.

Trevas não acontecem apenas naturalmente ou por acaso: muitas vezes, as trevas e a ignorância são objetivadas pelos poderes vigentes nas diferentes sociedades. Assim, podemos entender que o objetivo principal de um instituto de divulgação científica seja o de ser um farol em meio à ignorância.

Pensando socialmente, ainda podemos avançar para outros âmbitos, por exemplo, nas questões de gênero, entendendo a importância das mulheres na produção científica e verificando o mínimo de reconhecimento que lhes foi dado ao longo da história. Divulgar ciência é conhecer personagens importantes da história da humanidade (Nossa história!) que marcaram a produção científica e nem sempre apareceram nos livros.

Conhecer ciência é abrir portas para que todas as pessoas entendam que a ciência é, justamente, aquilo que toca a vida mais diretamente. A universidade é importante por oferecer um ambiente que possibilita a pesquisa; mas esta mesma universidade apenas se justifica pelo quanto pode contribuir para a sociedade. E, sim, entender o mundo é também contribuir com a humanidade!

O Instituto Nikola Tesla assume a posição de que conhecer ciência não significa a necessidade saber falar exatamente a linguagem científica, mas que se tenha consciência da importância e da evolução das ideias relacionadas aos diversos problemas que a realidade nos oferece. A ciência existe para conhecer o mundo, e o conhecimento se justifica apenas enquanto oferece possibilidades de resolução de problemas, sejam práticos ou teóricos.

Já que todas as pessoas enfrentam problemas em seu cotidiano, é importante saber até que ponto a ciência já desbravou os caminhos para a resolução deles.

Ah! E apenas para encerrar, vocês viram que o queijo está caro? Conversando com uma senhora de 87 anos e com pouca instrução formal (minha mãe), ela disse que o preço do queijo está alto porque não tem chovido. Isto é verdade? Sim. Mas a relação não é tão simples e direta. Quem pode entender e explicar melhor é a ciência.

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Prof. Luís Fernando Crespo

Doutor e mestre em Filosofia
Especialista em Educação a Distância

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